A travessia do Mar vermelho

Diante das águas, Moisés não pensou duas vezes. Fez exatamente como Deus pedira junto ao povo de Israel, levantou o seu cajado e o estendeu sobre as águas do Mar Vermelho.
Tão rápido quanto um piscar de olhos, todos começaram a ver o maravilhoso caminho de figa. Um forte veTtto oriental fez o mar se d’idir deando uma passagem seca para que escapassem a salvo.
“Olhem! O mar está se dlvidindo, poderemos passar em terra seca!’, diziam, espantados.
Logo o povo se pôs a caminhar atravessando o mar sempre guiados por Moisés.
Os egípcios os seguiram, tentando alcançar os israelitas numa corrida louca.
Mas Deus tinha de proteger o povo israelita. Assim, nada adiantou aos egípcios: nem carruagens, nem cavalos, nem seus poderosos exércitos.
Deus mostrou seu extremo poder fazendo com que as carruagens apresentassem problemas, dificultando, assim, a aproximação dos egípcios.
Quando Deus mandou que Moisés estendesse novamente a sua mão em direção ao mar, era certo que livraria para sempre o seu povo daqueles Inimigos opressores.
O mar retomou ao seu curso normal quando estava amanhecendo. Os egípcios com todos os seus caos e carruagens não puderam alcançar os israelitas.
O povo viu, amou e creu no Senhor. Alegres como nunca, felizes por terem sido salvos, todos tinham motivo especial para comemorar a vitória.
Fizeram uma bela canção que dizia: “Cantarei ao Senhor porque gloriosamente triunfou. O Senhor é a minha força e o meu cântico.”
Todos os israelitas já haviam atravessado o mar e estavam a salvo.
Agora que estavam livres dos egipcios.,os hebreus tinharn de enfrentar uma longa e dura caminhada até chegarem à Terra Prometida,
Não demorou muito e a água começou a faltar.
Chegaram a um determinado lugar e só encontraram água amarga. Não se podia beber dela de jeito nenhum.
O povo começou a reclamar diante de Moisés: ‘Estamos com sede, Moisés! E esta água aqui é impossível de se beber!”

Moisés orou, e Deus mostrou o que ele deveria fazer.
Em obediência, Moisés viu uma planta e a jogou nas águas. As águas ficaram doces, e todos puderam beber à vontade.
Mas o povo realmente esquecia logo como Deus providenciava tudo.
Não demorou muito, e a comida acabou.
Imediatamente, começaram a se queixar novamente, diante de Moisés: “Vamos morrer aqui sem comida. Seria melhor se tivéssemos ficado no Egito. Lá pelo menos tínhamos o que comer.”
Deus, então, disse a Moisés: “Vou mandar pão dos céus, e o povo sairá e colherá uma porção para cada dia. Vocês também terão carne. A tarde vou mandar cordonizes. Vocês saberão que o Senhor Deus é quem tirou vocês da escravidão do Egito. Saberão também que eu sempre estou disposto a ajudá-los.”
E logo de manhã cedinho, o povo viu o maná, que era o pão especial providenciado para eles por Deus.
E todo dia Deus alimentava o povo assim.
Também surgiram pássaros dos céus para que eles pudessem comer sua carne.
Deus certamente providenciaria comida para os outros dias. Eles só precisariam crer nisso.
No sexto dia, eles tinham uma tarefa especial: colher comida suficiente para dois dias, já que no sábado deveriam apenas se dedicar a louvar e a agradecer a Deus.

A travessia do mar vermelho

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