Deus deu o livre arbítrio, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ADÂMICO

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ADÂMICO

Deus criou o homem plenamente inteligente. Assim ele foi capaz não apenas de lavrar e guardar o jardim que estava no Éden mas também dominar sobre a criação e sujeitar a Terra, inclusive nomeando os outros seres. Inclua-se aí a capacidade de intuir um argumento lógico para justificar-se, o que ainda fazemos até hoje.
Deus deu ao homem o livre arbítrio o que parece ter sido um cochilo do  Criador, mas, se Ele desejava alguém que Lhe correspondesse à Sua imagem, e com quem fosse capaz de estabelecer diálogo inteligível, não tinha, salvo melhor juízo, outra saída, ou então estaria criando andróides.
Mas esse livre arbítrio custou caro a ambos. Deus e o homem viviam em plena harmonia pois Deus passeava pelo jardim na viração do dia e Adão não se escondia nem tinha medo de Deus, porque Adão afinava sua vontade pela Vontade Soberana de Deus.
Então, Adão resolveu arbitrar por conta própria, achou-se inteiramente capaz de exercer o arbítrio não observando que nesta hora o homem está sempre SOZINHO (é ele com ele mesmo) não adianta buscar parceiros ou culpados.
As consequências foram terríveis e o são até hoje. Não havia e não há espaço para dois arbítrios. Um deles é funesto, deletério e equivocado, por mais racional, lógico ou inocente que seja: o arbítrio do homem à revelia do arbítrio de Deus.
Assim sendo, foi expulso do Éden, descobriu que estava livre para arbitrar e que era dotado dessa capacidade, reputou-a como direito adquirido, perdeu o contato com o Criador, começou a não entender o que estava ao seu redor e acabou por não conhecer-se a si mesmo, esmurrando a própria cara, deformando a Imagem e Semelhança com Deus.
Para felicidade nossa, Deus é amor e seu arbítrio é perfeito e eterno.

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