Frutos que desejamos colher na Educação Familiar: Haja Coração!

Se um familiar não é o que você esperava, não fique desesperado. Se você lhe deu a educação convencional e até diferenciada mas isso não resultou nos frutos desejados, também não fique desesperado. Você vai continuar a amá-lo, ele sabe disso e você também. Há tanta coisa por trás dessa realidade que é impossível aglutiná-las ou mesmo compreendê-las e defini-las todas.
Mas, vamos a algumas delas: qualquer sistema de educação não oferece garantia de resultados matemáticos, há “n” variações; por outro lado, o sistema de geração do ser humano também não oferece qualquer garantia da estrutura mecânica do homem, nem física, nem moral e nem espiritualmente. Por outro lado, nossos filhos não foram formados com elementos alienígenas, eles saíram de nós, nós fornecemos o material genético que lhes deu origem. É por isso que lhes dedicamos um amor especial e continuaremos a fazê-lo a despeito de não corresponderem ao que lhes ensinamos. Há ainda contra nós um mundo e uma sociedade visível e absolutamente tresloucados em que a virtude passou a ser exceção e a velhacaria em todas as suas formas e manifestações passou a ser apreciada, aplaudida, defendida e no mínimo tolerada como se virtude fosse.
Coitados dos nossos filhos! Há uma agravante (para nós) e uma surpresa (para eles) com a qual se chocarão: em casa eles valem pelo elevado amor que lhes dedicamos, mas “lá fora” eles valem quanto pesam; e é bom notar que o peso varia constantemente de acordo com a pressão atmosférica e a força de gravidade de cada local ou momento em que se encontrem. O fato é que atua sobre eles a força centrífuga enquanto sobre nós a força centrípeta. A grande sabedoria está no equilíbrio dessas forças quer no entendimento do livre arbítrio como dádiva divina, como também nosso anseio em criá-los para a liberdade.Coração Morango

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